E-commerce e loja virtual: qual a diferença?

Autor do artigo
por Gregório Nardini
23/11/2021
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Olá! Tudo bem?

Gregório aqui para te explicar hoje uma dúvida que muita gente possui dentro da internet. Afinal, e-commerce e loja virtual são a mesma coisa? Existe diferença entre os dois? Que bicho é esse? É de comer?

Primeiro, você deve conhecer o conceito de cada um dos dois. Vamos lá:

  • E-commerce:

E-commerce ou comércio eletrônico é um mercado (hoje, mais do que nunca, online) que visa a comercialização de produtos e serviços por meio de equipamentos eletrônicos (computadores, tablets, smartphones e totens, por exemplo) de forma não presencial.

Em outras palavras, no e-commerce os consumidores não realizam uma compra com a assistência frente a frente de um vendedor. Ao invés disso, as compras são feitas via autoatendimento, isto é, o próprio consumidor se serve. Esse processo é algo que comumente tem ocorrido através de telas.

  • Loja virtual:

Loja virtual é um dos formatos com que um empreendedor pode vender produtos no mercado de e-commerce. Uma loja virtual é um complexo online dotado de páginas de categorias de produtos, páginas de produtos, páginas de pagamento e check out, entre outras coisas.

O consumidor acessa uma loja virtual e clica em um produto. Logo, é conduzido a uma página de vendas. Ele lê as descrições e, se gostar, clica em um botão “Comprar”. Abre-se, então, a página de checkout e pagamento. Ele paga. Por fim, escolhe receber o produto em casa ou retirá-lo em um ponto de retirada.

  • Marketplace:

Sei que esse não é o tema central desse texto, mas podemos aproveitar que estamos falando sobre o assunto e que esse texto irá ajudar sua decisão sobre iniciar vendas online, vamos falar de Marketplaces:

Marketplace é um espaço de venda na internet que reúne diferentes empresas vendendo produtos. Nesse local, os usuário podem encontrar com facilidade o mesmo produto com diferentes opções de preços e modelos.

Existem diferentes empresas que disponibilizam estrutura para que os vendedores possam apresentar seus produtos e vendê-los com facilidade. Trata-se de uma empresa maior, que disponibiliza uma plataforma para que você possa anunciar juntamente com outros empreendedores.

Além de sua loja virtual, o marketplace pode ser o espaço ideal para ter contato mais direto com seu cliente.

Bem, agora que você já sabe o que é cada um, vamos para o que chamou sua atenção já no título desse texto.

A diferença entre e-commerce e loja virtual

Por envolver vários processos, o e-commerce não se restringe apenas ao seu site hospedado, isso, na verdade, é o que chamamos de loja virtual.

Assim, a loja virtual é uma parte dentro do próprio e-commerce, mas não pode ser chamada de “e-commerce” no sentido literal da palavra.

Diferente do que algumas pessoas pensam, entende-se que a loja virtual é o único canal de vendas que um e-commerce possui, sendo as redes sociais, e-mail marketing e outros apenas meios de divulgação, que têm o objetivo de levar o usuário à loja.

Além disso, alguns especialistas explicam a diferença da seguinte forma:

“E-commerce é o mercado virtual onde as vendas onlines ocorrem e loja virtual é o conjunto das ferramentas com que se torna possível comercializar produtos e serviços dentro desse mercado.”

Mas agora que sei a diferença: qual delas preciso?

Isso depende do seu cliente. E nada impede que você tenha os dois. Como foi dito, a loja virtual é apenas uma das formas de vender produtos na internet. Você pode, possivelmente, vender os mesmo produtos também nas redes sociais, em marketplaces, por e-mail, e outras formas de e-commerce.

E como implementar?

1. Determine o investimento que se deseja fazer

O primeiro passo para montar uma loja virtual é determinar o investimento que você deseja fazer. Para isso, analise:

  • Quais produtos deseja vender?
  • A logística e o seu processo;
  • Estratégias de marketing;
  • Como será o seu controle de finanças.

Não ter esse cuidado pode colocar suas operações em risco, comprometendo o fluxo de caixa e o pleno funcionamento do negócio.

2. Regularize a sua empresa

Ter sua marca regularizada é um “cadeado” sobre o que é seu, impede que qualquer outra pessoa ou empresa tente ser você.

O primeiro passo para isso é abrir um CNPJ. Se você está começando o empreendimento por conta própria, o ideal é que se regularize como Microempreendedor Individual.

Dessa forma, garante seus direitos trabalhistas, age em conformidade com a lei e pode emitir notas fiscais.

3. Contrate a Planne

Se você busca uma plataforma de e-commerce focada no mercado de experiências e turismo, você acabou de encontrar!

Nós sabemos que o e-commerce como modelo de negócio deixou de ser o futuro para se transformar no presente.

Tecnologia está na nossa essência, e através de um processo de desenvolvimento de produto muito próximo dos nossos clientes, somos capazes de entregar soluções simples para problemas complexos em alta escala.

Optando por usar nossa plataforma, você terá vantagem, agilidade e um custo menor de mensalidade. Além disso, terá também uma equipe de suporte altamente treinada e com competências multidisciplinares que poderão te “socorrer” de inúmeras formas.

A Planne é uma plataforma de e-commerce completa para serviços e turismo. Oferecendo uma solução completa para parques, museus, restaurantes e agências de turismo criarem a sua própria plataforma de ecommerce para venda de ingressos, vouchers e reservas. Para conhecer ela, basta clicar aqui.

A plataforma da Planne tem sido construída por uma equipe altamente experiente seguindo os mais altos padrões de segurança e utilizando as tecnologias mais modernas, permitindo que continue sendo líder de mercado ao longo dos anos, diferente de softwares feitos on demand com escopo e qualidade reduzidos.

4. Mapeie o seu público-alvo

Ao mapear seu público, você estabelecerá os produtos que deverão ser oferecidos com maior facilidade. Além disso, entender quem é o seu público-alvo e como ele se comporta facilitará sua comunicação, tanto nas promoções quanto nas campanhas de marketing, por exemplo.

5. Defina a estrutura de vendas da sua loja virtual

Por último, mas não menos importante, está a definição da estrutura de venda. É de suma importância avaliar os pontos de venda.

Para compreender o porquê disso, entenda que, se a sua ideia for vender somente no seu próprio site, será preciso investir em marketing e anúncios pagos, por exemplo. Isso se faz necessário para que os usuários encontrem a sua loja.

Agora que você já sabe a diferença entre um e outro e como ter a sua própria loja na internet? É hora de acessar planne.com.br e colocar as mãos na massa!

Qualquer dúvida, fique à vontade para entrar em contato comigo no nosso site!


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